Para o duelo diante do Vitória, vencido pelo Cruzeiro por 3 a 1, o técnico Artur Jorge promoveu três mudanças no time titular. Uma delas foi o retorno já esperado de Jonathan Jesus, recuperado de lesão. A ‘surpresa’, porém, ficou pela manutenção de João Marcelo na equipe e a ida de Fabrício Bruno para o banco de reservas, nesse domingo (20), no Barradão.
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Até então titular absoluto da equipe, Fabrício Bruno começou uma partida no banco pela primeira vez na temporada. Questionado sobre a escolha, Artur Jorge destacou o desempenho dos zagueiros e afirmou que a decisão foi exclusivamente uma opção do treinador.
“A questão da escolha. Eu faço-te uma pergunta: se fosse o João Marcelo a ficar de fora, faria a mesma pergunta? Fazia. Então, está respondido, quer dizer que os dois estiveram bem e que é uma questão apenas e só de opção de treinador”, afirmou.
Até então, Fabrício Bruno vinha sendo titular absoluto do Cruzeiro em 2026, principalmente ao lado de Jonathan Jesus. O camisa 15, no entanto, não tem conseguido repetir as boas atuações da temporada passada, quando chegou a ser cotado para disputar a Copa do Mundo pela Seleção Brasileira.
Após a derrota por 2 a 1 para o Santos na rodada passada, Fabrício Bruno revelou que convive com dores nas costas há nove meses. O problema físico, porém, não foi apontado por Artur Jorge como motivo para a ausência do defensor entre os titulares contra o Vitória. O treinador reforçou que a decisão foi por opção.
Em 2026, Fabrício Bruno soma 46 partidas pelo Cruzeiro, sendo 45 como titular.
Fabrício Bruno entrou no segundo tempo
Apesar de começar no banco, Fabrício Bruno foi acionado no segundo tempo, quando o Cruzeiro já vencia a partida. Artur Jorge optou por utilizar três zagueiros em determinado momento para combater principalmente as jogadas aéreas do Vitória.
“A questão dos três zagueiros tem a ver apenas e só com uma questão estratégica, tendo em conta aquilo que era um adversário que ia procurar o último terço para ter cruzamentos para a nossa grande área. Dessa forma, nós procurámos e tentamos com que o Fabrício, ao entrar, se juntasse ao Jonathan e ao João Marcelo, onde quando as bolas mais afastadas da nossa grande área, o João Marcelo tinha a missão de subir e crescer para o lado de Matheusinho”, explicou Artur Jorge.
“Dessa forma, continuar com a linha de quatro e apenas e só no momento de jogo lateral do adversário, entrar então sim assumidamente como terceiro zagueiro para termos jogadores capazes de anular aquilo que eram bolas aéreas e onde o adversário insistentemente procurou a partir daí chegar a tentar criar perigo”, completou.

