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Cruzeiro x Bolívar-BOL pela Libertadores Feminina: horário, onde assistir ao vivo e escalações

Equipes medirão forças nesta segunda-feira (19), às 17h, no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, pela Libertadores Feminina

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O Cruzeiro volta a campo nesta segunda-feira (19), às 17h (de Brasília), para enfrentar o Bolívar-BOL, pela segunda rodada da Libertadores Feminina. A partida será disputada no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, no Equador.

+Leia também: Byanca Brasil se emociona após estreia na Libertadores e revela: ‘Cruzeiro me salvou’

As Cabulosas chegam ao segundo compromisso na competição continental após vencerem a LDU-EQU por 2 a 1 na estreia. Gisseli e Byanca Brasil marcaram os gols da equipe celeste, que iniciou a rodada com três pontos e na liderança do Grupo C.

O Bolívar, adversário do Cruzeiro nesta segunda-feira, busca sua primeira vitória na Libertadores Feminina. Na primeira rodada, a equipe boliviana empatou por 2 a 2 com o Olimpia, do Paraguai.

Cruzeiro x Bolívar pela Libertadores Feminina: onde assistir

A partida entre Cruzeiro e Bolívar-BOL, pela 2ª rodada da Libertadores Feminina, terá transmissão ao vivo de:

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Como chegam as equipes?

Cruzeiro

O Cruzeiro chega para a segunda rodada da Libertadores Feminina com o desafio de conciliar sua superioridade técnica com o desgaste provocado pela altitude de Quito. Na estreia, diante da LDU-EQU, as Cabulosas sentiram os efeitos físicos nos primeiros 20 minutos, o que exige atenção na estratégia para enfrentar o Bolívar-BOL. Segundo a analista Rapha Oliveira, da Samuca TV, a equipe mineira precisará dosar a intensidade e evitar uma pressão alta constante para não comprometer o rendimento ao longo dos 90 minutos.

Para o confronto, o Cruzeiro pode contar com retornos importantes. Bedoya, que entrou bem na estreia e ajudou a dar estabilidade ao sistema defensivo, também aparece como opção para começar a partida. Na ala direita, há uma disputa entre Letícia Alves e Milena, setor que exigirá atenção diante da força ofensiva do adversário pelo lado esquerdo.

Taticamente, a equipe celeste terá de apostar na paciência para construir as jogadas. Como o Bolívar costuma se posicionar em bloco baixo e intensifica a pressão a partir do meio-campo, o Cruzeiro pode encontrar espaços na saída de bola. Jogadoras como Vitória Calhau e Gisseli terão papel importante na circulação da posse e na organização das ações ofensivas.

Outra possibilidade é explorar a velocidade das atacantes para atacar as costas da defesa boliviana. Marília, Byanca Brasil e Milena podem ser importantes nas infiltrações e nos passes em profundidade, especialmente diante das dificuldades do adversário para defender esse tipo de jogada. A bola parada também surge como alternativa, já que o Bolívar apresenta fragilidade nas disputas aéreas.

Bolívar

O Bolívar chega à segunda rodada da Libertadores Feminina com uma campanha invicta há mais de um ano e o título boliviano conquistado sem derrotas. Apesar de ter passado quase um mês sem disputar partidas antes da estreia continental, a equipe demonstrou bom condicionamento físico no empate por 2 a 2 com o Olimpia, do Paraguai. De acordo com Rapha Oliveira, o time apresenta intensidade elevada, movimenta a bola com velocidade e consegue sustentar o ritmo durante os 90 minutos, sem demonstrar dificuldades evidentes para atuar na altitude.

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No ataque, a equipe alterna entre os sistemas 4-4-2 e 4-3-3 e procura valorizar a posse de bola, principalmente nas trocas de passes pelo meio-campo. Outra arma é o lançamento longo da goleira Lopez, que busca diretamente a atacante brasileira Clenilda, conhecida pela velocidade e pela capacidade de atacar os espaços. O corredor esquerdo também merece atenção, por ser um dos setores mais perigosos da equipe boliviana.

Defensivamente, porém, o Bolívar apresenta limitações importantes. A equipe costuma se organizar em bloco baixo, com estruturas como o 4-1-4-1 ou o 4-4-2, mas encontra dificuldades nos duelos individuais, especialmente com as laterais. A dupla de zaga também sofre quando é atacada com passes em profundidade, enquanto a região à frente da área costuma ficar desprotegida.

A fragilidade nas bolas aéreas é outro ponto que pode ser explorado pelo Cruzeiro. Na estreia contra o Olimpia, o Bolívar permitiu 21 finalizações do adversário e evitou a derrota com a ajuda de boas defesas de Lopez e da falta de eficiência ofensiva das paraguaias. Diante desse cenário, a equipe celeste terá oportunidades para criar chances se conseguir combinar paciência na construção, velocidade nas infiltrações e aproveitamento das bolas paradas.

Cruzeiro x Bolívar

Cruzeiro

Camila; Letícia Alves, Yenifer Giménez e Vitória Calhau; Milena, Bedoya, Capelinha, Gisseli e Vanessinha; Marília e Byanca Brasil. Técnico: Jonas Urias.

Bolívar

Enyuli Lopez; Liliana Condori, Sara Cruz, Angulo e Segovia; Cabrera, Hernandez, Maya Siles e Clenilda; Carla Méndez e Lizeth Aroca. Técnico: Diomedes García.

  • Motivo: 2ª rodada da Libertadores Feminina
  • Data e horário: 19 de outubro de 2026 (segunda-feira), às 17h (de Brasília)
  • Local: Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito
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Davi Pimenta
Davi Pimenta
Davi Pimenta é estagiário do Central da Toca e estudante de jornalismo na PUC Minas.
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