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Como Marcelo de Lima Henrique justificou expulsão de Jonathan, do Cruzeiro, na súmula do jogo

Árbitro afirmou que zagueiro do Cruzeiro atingiu a perna de Wesley aos 20' da primeira etapa de jogo contra o Inter

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Árbitro do jogo entre Inter e Cruzeiro, neste domingo (6), no Beira-Rio, em Porto Alegre, Marcelo de Lima Henrique tentou explicar a expulsão de Jonathan Jesus na súmula da partida pela 2ª rodada do Campeonato Brasileiro.

No documento, disponibilizado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) horas após o fim da partida, o árbitro escreveu que o defensor do Cruzeiro “atinge com sua perna, a perna do adversário de forma imprudente na disputa de bola (…) impedindo uma clara oportunidade de gol”.

Carioca, mas filiado à Federação Cearense de Futebol, Marcelo mostrou cartão vermelho a Jonathan aos 20′ da primeira etapa. Com um a menos, o Cruzeiro acabou goleado por 3 a 0.

+ Leia também: ‘Arrogância’, ‘incapacidade’ e ‘fim da paciência’: a forte nota do Cruzeiro após erro de arbitragem

Analista de arbitragem da Globo, o ex-juiz Paulo Cesar de Oliveira avaliou que Marcelo de Lima Henrique errou na marcação. “Nem falta foi”, disse.

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Nesta segunda-feira (7), conforme apurou Central da Toca e Samuca TV, o Cruzeiro enviará ofício pedindo punição aos árbitros Marcelo de Lima Henrique e Daiane Muniz, responsável pelo VAR no Beira-Rio.

Os mineiros querem que o Lima Henrique seja vetado definitivamente dos jogos do clube. A diretoria celeste também exige ter acesso aos áudios da cabine do VAR.

Indignação celeste

A única manifestação de dentro de campo veio ainda no intervalo, com o volante Lucas Romero. O argentino criticou duramente a arbitragem e afirmou que os equívocos “são sempre contra o Cruzeiro”. Nas redes, após o jogo, Gabigol ironizou a CBF.

Fora das quatro linhas, o CEO do clube, Alexandre Mattos, disparou contra a decisão no Beira-Rio: “Assalto a mão armada”, escreveu o dirigente em sua conta pessoal do Instagram.

No X (antigo Twitter), o perfil oficial do Cruzeiro classificou a expulsão como “completamente absurda“.

“Um lance em que o atleta não comete a falta e o clube terá que atuar mais de 70 minutos com um jogador a menos, por erro gigantesco da arbitragem e do VAR”, publicou o clube.

Em nota divulgada em seu site oficial, o Cruzeiro usou termos como ‘arrogância’, ‘incapacidade’ e ‘fim da paciência’ para comentar o episódio no Rio Grande do Sul.

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