Após mais de um mês sem partidas, o Cruzeiro voltou aos gramados com o ‘pé direito’ na manhã deste domingo (4). O time celeste venceu o Defensor-URU por 2 a 0 no amistoso internacional e ampliou uma hegemonia no retrospecto geral contra clubes uruguaios. Kaio Jorge e Felipe Morais marcaram.
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Incluindo amistosos e jogos oficiais, o Cruzeiro já enfrentou uruguaios em 26 ocasiões. Com o resultado na Arena Independência, em Belo Horizonte, a Raposa chegou a sua 13ª vitória. Além disso, foram cinco empates e oito derrotas. O rendimento é de 56,41%.
Se levar em conta apenas jogos não oficiais contra uruguaios, o time celeste também aumentou sua vantagem no retrospecto. Em 10 embates, foram cinco vitórias, três empates e apenas duas derrotas.
O resultado também serviu para ampliar os números nos amistosos disputados em Belo Horizonte. O confronto diante do Defensor foi uma espécie de ‘tira-teima’. Esse foi apenas o terceiro duelo não oficial na capital mineira. Foram duas vitórias e uma derrota.
Em março de 1966, a equipe celeste perdeu para o Cerro, por 1 a 0, no Mineirão, mas goleou justamente o Defensor, por 7 a 1, também no Gigante da Pampulha, em amistoso em fevereiro de 1971.
Como foi o amistoso?
No confronto que marcou o retorno do Cruzeiro aos gramados, o técnico Artur Jorge promoveu diversos testes e colocou os garotos das categorias de base para jogar. O comandante fez uma mescla entre os consolidados no profissional e os crias da Toca.
O Cruzeiro entrou com esse time: Otávio; William, João Marcelo, Lucas Villalba e Gabriel Rojas; Matheus Henrique, Gerson e Matheus Pereira; Rayan Lelis, Luis Sinisterra e Kaio Jorge.
Na primeira etapa, o Cruzeiro tomou as rédeas do jogo e acumulou oportunidades de gol. O time deu bola na trave, chute próximo do gol. O placar saiu do 0 aos 40′. Kaio Jorge contou com a falha do zagueiro adversário, driblou dois e finalizou no canto direito do goleiro.
Já no segundo tempo, o time celeste foi a campo assim: Otávio; Fagner, Jonathan Jesus, Fabrício Bruno e Kauã Moraes; Lucas Romero, Lucas Silva; Rayan Lelis, Marquinhos, Néiser Villarreal e Bruno Rodrigues.
O Cruzeiro seguiu insistindo no ataque. A Raposa criou jogadas, deu bola na trave e obrigou o goleiro Dawson a fazer boas defesas. A pressão surtiu efeito: Felipe Morais marcou o segundo e fechou a vitória celeste.

